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ontem à noite percebi uma coisa; deveria ter transgredido mais. não que devesse ter feito coisas “não certas”, mas deveria ter vivido mais umas coisinhas... rss.
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mas sempre é tempo...


não. não me venham com um monte de psicologias para explicar porque uma criança ou adolescente não sabe se comportar em sala.

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Zerbini, Luiz. Piscina das Crianças , 1985 acrílica sobre tela 188 x 260 cm Reprodução fotográfica autoria desconhecida. 
Musatti, Bettina. Viagem ao Corpo Humano , 1988 matriz-negativo Coleção da Artista.
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Stupakoff, Otto. Anne, Rio de Janeiro RJ , 1979. Matriz negativo, Coleção do Artista.

Nery, Wega
Verde Que Te Quero Verde , 1985 óleo sobre tela, c.i.e. 50 x 60 cm Reprodução Fotográfica Leonardo Crescenti Neto
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...............Piffer, Marcos. Andarilhos - Lua Cheia , 1997 matriz-negativo Coleção do Artista
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Mascaro, Cristiano. Salvador (Bahia) , 1991 matriz-negativo Coleção do Artista 
“em vez de eletrochoques, ela ofereceu aos internos de um hospital psiquiátrico tinta e pincéis. mostrou que a arte e o afeto têm um poder imenso no caminho da cura...”.
........................Obra de Raphael Domingues -assistido pela Nise da Silveira.
Stupakoff, Otto. Neta de Jorge Amado, Salvador BA, 1979.
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bebo tão pouco que quando me perguntam digo que não. basta uma única caipirinha pra eu ganhar a noite!

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Verger, Pierre. Rampa do Mercado (Salvador, BA) , ca. 1955 Matriz-negativo Fundação Pierre Verger (Salvador, BA).
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Pappalardo, Arnaldo. Salvador, Salvador BA , 1993 matriz-positivo Coleção do Artista .
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Brill, Alice. Tocador de Berimbau , 1953 matriz-negativo.
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Paolini, Améris. Lonas e Toldos de Barracas de Festas de Largo (Salvador BA) , 1982 - 1984 matriz-positivo Coleção do Artista.
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Mascaro, Cristiano. Salvador (Bahia) , 1991 matriz-negativo Coleção do Artista.
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!!felizCidade Salvador!!
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feriadão foi ó-te-mu! pensei... pensei... pensei... e, depois de pensar ou se continua tudo na mesma ou...
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no ônibus, nos assentos marcados para idosos, sentam-se estudantes que fazem cara de paisagem quando um deles entra. fingem até o fim que não tem ninguém alí esperando pelo lugar.
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dia de sexta, das 7:00 as 13:00, assisto a aulas de uma única disciplina. hoje, tomei um susto ao perceber que um ponto, um traço, uma linha ou o conjunto deles, falam e muito. é incrível como o gesto fica no papel, preso no traço do grafite. ninguém tem o traço igual ao do outro assim como a letra, a impressão digital ou o desenho.
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as linhas passam sensações. como? um traço ‘raivoso’, irregular, tremido é completamente diferente de outro delicado, sutil, regular. olhando um sentimos uma coisa, olhando o outro, outra diferente. se olho uma aglomeração desses traços juntos e delicados, posso até “sentir o macio” desses “pêlos” que meu cérebro assim associou.
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se podemos “sentir” o que simples traços de grafite são capazes de fazer, imagina ficar diante de uma grande obra como as do Pollock? - (linhas de tinta , camadas delas!). me disseram uma vez que é como se fossemos ser engolidos pelas enormes telas, que a retina não consegue desgrudar, fica a esmiuçar a obra toda.
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não ficaria nem um pouquinho triste de servir de alimento à arte.
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ai que bom ser artista de mim de novo! estou voltando, como prometi, de coração, corpo, alma, arte!

ah sim, aqui, Ed Harris arrasa como Pollock.
até logo :-)
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